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terça-feira, 3 de maio de 2011

Your secret

Encontrei isso no Tumblr de um amigo e achei muito bonitinho... Gostaria de compartilhar.


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Pequeno recadinho

E ai, moçada!
Buenas noches (:
E antes de mais nada... Sim, é pura coincidência eu intercalar um post decente com algum tipo de aviso, mas prometo que desta vez ocuparei pouca parte do seu tempo, não se preocupe.

Sendo o mais objetiva quanto minha necessidade crônica por floreios permite, gostaria de avisar que, a partir de hoje, usarei meu verdadeiro nome para assinar minhas poesias, contos, textos e qualquer outra coisa que eu venha por meio deste divulgar.
O motivo para tal súbita decisão, é que eu estive usando pseudônimos puramente por curiosidade. Existem tantas pessoas nesse mundão de Deus usando nomes super legais e criativos, que eu achei que seria legal criar um também.
Não é.
Eu nunca me senti verdadeiramente eu. Quero dizer, eu gosto do meu nome... Pra que diabos eu iria querer inventar um novo?
Curiosidade, claro. Isso é tão... Eu.
Mas tudo bem, estou agora avisando que não usarei mais "Galena Dale" e sim Flávia Gaia, eu!
Prazer ;*

Beijocas for all.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Beleza se põe à mesa


Sabe, muitas vezes quando eu me olho no espelho, encontro uma pessoa sem graça, sem iniciativa, de aparência fora dos padrões de beleza e, então, me pego devaneando “Por quê?”. Será que estou deteriorando minha imagem? Ou é apenas o resto do mundo que enraizou tanto um determinado padrão de beleza, que ele se tornou absoluto? Aliás, quem decidiu o que é belo ou o que é feio? Quem decidiu que tal futilidade seria tão comumente usada para avaliar uma pessoa? Para definir a sua opinião sobre ela? Esses dias eu ouvi um comentário que me deixou completamente abismada. Uma amiga comentou com a outra, apontando para um casal que passava: “Eles são tão estranhos juntos!”, ao passo que a outra respondeu, com um leve nojo na voz: “É mesmo, os dois são tão feios!”. Meu Deus! Agora feiúra ou “beleza divergente dos padrões impostos” são sinônimo de solteirice? Nós, meros mortais, base desta estúpida cadeia evolutiva, agora estamos fadados à solidão? Eu não consigo entender tal pensamento e me sinto infeliz ao pensar que é isto o que rege a sociedade hoje em dia.


Aliás, tal julgamento está tão profundamente emaranhado nas pessoas, que mesmo quem se diz livre dele, acaba se contradizendo. Afinal, quem nunca disse que ficaria com fulano(a) porque ele(a) é bonito(a)? Mas o problema não é esse! O problema é quando a pessoa chega ao ponto de dizer algo como “Por que você gosta de fulano(a)? Ele(a) é feio(a)!” ou “Credo! Você ficou com aquele(a) menino(a)? Ele(a) é muito feio(a)!” ou até mesmo a famosa frase “Ele é muito bonito para ela...”. Isso sim é alarmante! Hoje em dia as pessoas estão tão obcecadas pela beleza, que chegam até a mutilar, a agredir o próprio corpo em busca da ilusória perfeição. Isso mesmo, ilusória! Porque todos nós sabemos que a beleza não é eterna, por mais que as pessoas tentem fazer com que seja. Não há escapatória e no final o único significado que ela terá, serão velhas fotografias em velhos álbuns empoeirados.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Fases

Existe um momento na vida em que tudo parece incrível. Você se empolga com absolutamente tudo que lhe é conferido. Você procura, pesquisa, realiza, sonha... Tudo parece que dará certo. A vida se torna um imenso livro de fantasia que deve ser ilustrado com as imagens mais coloridas! E a seu ver, essas imagens são tão fáceis de pintar nas páginas em branco quanto de se imaginar...

... Mas por algum motivo, em algum momento, essa imensa empolgação simplesmente se esvai. De um dia para o outro as coisas não parecem mais tão coerentes quanto eram no dia anterior. A grande esperança que preenchia cada centímetro cúbico de seu coração de repente parece existir sem propósito algum... Não digo que seus gostos mudaram, ou que seus sonhos se tornaram infantis. Eles simplesmente não parecem mais... Palpáveis. Parece que você lutou até agora por uma utopia, e que isso de repente ficou claro. Algumas pessoas dizem que é maturidade ou uma fase transitória entre a adolescência e a vida adulta em que não sabemos exatamente o que queremos, mas eu prefiro dizer que isso seja apenas insegurança. Tenho tanto medo de dar o próximo passo, que parece bem mais fácil recuar e me esconder. Eu sei que isso soa covarde e pessimista, mas são os típicos sentimentos parassimpáticos que dominam, acredito, boa parte dos adolescentes... E lá estou eu falando sobre insegurança novamente! Essa palavra se tornou bastante comum em meu vocabulário recentemente... Mas não será disso que a adolescência é feita? Acho bem difícil encontrar pessoas na minha idade que estejam perfeitamente seguras do dia de amanhã. Aliás, se eu, por acaso, encontrasse, provavelmente diria tratar-se de arrogância. Acredito que esta seja uma fase necessária e que deve ser enfrentada sem máscaras.

Enfim, vestibular, casa nova, emprego, sonhos incompletos, responsabilidades, pressões... Se eu pudesse definir esse final de ano com uma palavra, com certeza diria “desafiador”. Até porque, tive o meu acordar um pouco tardio para certas responsabilidades e meio que estou colhendo-as agora...

Ah, esse friozinho na barriga! Não é uma sensação deliciosa e ao mesmo tempo desesperadora? Como em uma montanha-russa...!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Olha quem resolveu aparecer =D

Responsabilidades...

Eu não sei bem se é isso que esta me causando um friozinho na barriga. Talvez sim, talvez não. Há tantas coisas em minha cabeça que eu simplesmente não consigo pensar com clareza. Achei que eu jamais seria adicionada à famosa estatística dos que se desesperam quando o vestibular se aproxima. Não que eu esteja tão desesperada a ponto de pirar, mas há um rebuliço interno que está me incomodando há dias...

Acho que estou escrevendo pouco, também. Há uma séria de sentimentos contidos em mim que há muito pedem para serem jogados em palavras. Mas há certa pressão interna, agora... Uma necessidade de perfeição que eu não possuía antes. Provavelmente chama-se insegurança. Deve passar até o fim da semana, ou talvez me acompanhe por muito tempo ainda.

Haha, aqui estou eu delirando de novo...!